22 de dez. de 2010

15 RAZOES PORQUE NAO POSSO SER TESTEMUNHA DE JEOVÁ

Os ensinamentos claros e cristalinos da Palavra de Deus não dão lugar a que se abrace as doutrinas dos Testemunhas de Jeová após um estudo bíblico completo. Os ensinamentos básicos dessa seita estão em conflito com as Escrituras. Quinze dos seus erros doutrinários excepcionais foram abaixo relacionados e constituem razões sólidas para que ninguém se filie aos Testemunhas se quiser continuar apegado a verdade divina.
1.  OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A DIVINDADE ABSOLUTA E SINGULAR DE JESUS CRISTO. As Escrituras demonstram que o Senhor Jesus Cristo é Jeová.
Isaías 41:4, 44:6, e 48:12 declaram que o atributo de ser o "primeiro e último" pertence a Jeová somente. Apocalipse 1:7-8,11,17 e 22:13-14 apresentam Jesus Cristo com exatamente esse mesmo atributo, fazendo dEle, portanto, Jesus Cristo, o Jeová dessas passagens, e de todo o Velho Testamento.
Isaías 45:22-25 fala de uma adoração universal, que um dia toda a humanidade prestará a Jeová. Filipenses 2:9-11 aplica esta passagem de Isaías a Jesus Cristo.
Isaías 44:22-23 apresenta Jeová como Redentor. Efésios 1:7 estabelece Jesus Cristo como esse Redentor.
Em Isaías 45:24 e 54:17 Jeová é a nossa justiça. Em 1 Coríntios 1:30 Jesus Cristo é a nossa justiça.
Isaías 43:11 reserva a Jeová somente a obra da salvação do homem: "Fora de mim não há Salvador." Tito 2:13 ensina que Jesus Cristo é o Salvador, estabelecendo-O, portanto, como o Jeová de Isaías, capítulo 43.
O estudante honesto das Escrituras há de ler, estudar e comparar os versículos acima apresentados.
2.  OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ ENSINAM QUE JESUS CRISTO É UM SER CRIADO - SIMPLESMENTE UM OUTRO DEUS.
Este erro doutrinário foi criado pelos Testemunhas de Jeová através de sua estúria Tradução "Novo Mundo". que apresenta João 1:1 da seguinte maneira: "E o verbo era um deus". Isaías nega este erro enfaticamente em 43:10, 44:6 e 45:5,12, e prova que sua tradução de João 1:1 é ilegítima. Quatro vezes Jeová declara a impossibilidade de haver "um outro deus" ou "um deus" além dEle mesmo. Qualquer estudante honesto das Escrituras deve reconhecer a exclusividade única de Jeová.
3.  OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A PERSONALIDADE E DIVINDADE DO ESPÍRITO SANTO.
Das muitas referências bíblicas que demonstram que isto não é verdade, João 16:13-14 é a principal. Oito vezes o Senhor Jesus se refere ao Espírito Santo usando o pronome pessoal masculino "ELE". A palavra grega "ESPÍRITO" é neutra mas o pronome empregado não é neutro mas masculino. Cristo estava teologicamente certo nisto, reconhecendo a personalidade do Espírito. Se o Espírito Santo não fosse uma pessoa, o pronome neutro é que seria usado e a gramática da passagem ficaria intacta. Jesus Cristo, o Filho de Deus, JAMAIS COMETEU UM ERRO.
Até a própria tradução "Novo Mundo" dos Testemunhas reconhece a personalidade do Espírito na tradução desses dois versículos. A divindade do Espírito Santo está claramente demonstrada nas referências abaixo que o estudante honesto deve estudar com todo o cuidado: Atos 5:3-4, 1 Coríntios 3:16, 2 Coríntios 13:14. Em 1 Coríntios 12:4-6 o Espírito Santo é chamado de Senhor, v. 5, e Deus, v. 6. Ao colocar Isaías 6:8-10 junto a Atos 28:25-27, toma-se evidente que o Deus de Isaías 6 é o Espírito Santo.
4.  OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A DOUTRINA BÍBLICA DA TRINDADE.
Embora a verdade da Trindade seja considerada divertida pelos Testemunhas, ela não obstante constitui parte da revelação de Deus. O estudante da Bíblia descobre que há uma Pessoa nas Escrituras, conhecida como Pai, que é Deus, Efésios 1:2. Há uma outra Pessoa nas Escrituras, chamada de Filho, Jesus Cristo, e que é Deus, Tito 2:13. Há ainda uma outra Pessoa chamada de Espírito Santo, que é Deus também, Atos 5:3-4. A palavra grega theos, "Deus". foi usada em relação a todas essas três Pessoas, concedendo assim a mesma divindade a cada uma delas. O estudante cuidadoso também nota o fato da Trindade em, Isaías 48:17, 28:19, 2 Coríntios 13:14. A conclusão é simplesmente que há um só Deus manifesto nas três Pessoas conhecidas como Pai, Filho e Espírito Santo e, considerando que cada uma dessas Pessoas é Deus, elas são iguais.
5.  OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A RESSURREIÇÀO FÍSICA E CORPORAL DE JESUS CRISTO.
A sua falsa doutrina declara: "O homem Jesus está morto, só o Seu espírito ressuscitou." O testemunho de Jesus Cristo é completamente diferente, Lucas 24:36-45. Mesmo um exame superficial do v. 39 desfaz qualquer dúvida referente à ressurreição corpórea. Tomé encontrou-se com o Cristo fisicamente ressuscitado, João 20:24-29, como também os outros discípulos que comeram peixe com Ele, João 21:12-14. Paulo testifica a ressurreição física de Jesus Cristo em 1 Coríntios 15:3-19. Os guardas junto à sepultura. os principais dos sacerdotes e o Sinédrio jamais teriam ficados, em Mateus 28:11,15, se "apenas o Seu espírito ressuscitasse".
6.  OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A VOLTA FÍSICA E VISÍVEL DE JESUS CRISTO.
Eles dizem: "Não devemos esperar que Ele torne a voltar como um ser humano". A volta fica mais adequadamente traduzida por presença e se refere à presença invisível do Senhor. Contrastando com isso, o estudante da Bíblia descobre que a verdade é que JESUS CRISTO VAI VOLTAR novamente, física e literalmente. Em Apocalipse 1:7, "todo o olho o verá". Em 1 Tessalonicenses 4:16-17, "o Senhor mesmo...descerá dos céus" E em Atos 1:10-11, "assim virá do modo como o vistes subir". O testemunho dessas passagens é irrefutável.
7.  OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A PRESENÇA DO CRENTE COM CRISTO APÓS A MORTE.
De acordo com 2 Coríntios 5:8, Filipenses 1:21-24 e Lucas 16:20-22, o crente, imediatamente após a morte, passa para a presença de Cristo. O corpo fica no solo, João 11:11-14, aguardando a ressurreição, 1 Coríntios 15:20-23, enquanto a alma e o espírito, agora separados do corpo, Tiago 2:16, entram no céu.
8.  OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ REPROVAM A ESPERANÇA QUE O CRENTE TEM DE IR PARA O CÉU.
João 14:1-3, Filipenses 3:20-21, 1 Pedro 1:3-5 e Apocalipse 3:12 são apenas algumas das muitas passagens bíblicas que falam da "esperança viva" de estar com Cristo para sempre.
9.  OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A REALIDADE E ETERNIDADE DO CASTIGO FUTURO.
As Escrituras falam da realidade do inferno. O Senhor Jesus Cristo falou mais do inferno do que do céu e nos informou que o inferno é uma fornalha de fogo, Mateus 13:49-50, um lugar preparado para Satanás e os seus emissários, Mateus 25:41, de fogo que não se extingue, Marcos 9:42-48. Além disso, Ele insistiu no fato do inferno ser eterno. A palavra grega aionios, que traduz "aquilo que não tem fim". e que foi usada para descrever a vida eterna mencionada em João 3:16, e a eternidade de Deus em Romanos 16:26, foi deliberadamente usada por Cristo para descrever a duração do inferno, Mateus 18:8, e por João, em Apocalipse 14:11. Aionios não tem um significado duplo. Se ela quer dizer que Deus é eterno e a vida que o crente recebe é eterna, então deve significar que o inferno também é eterno.
10.  OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A SALVAÇÃO PERFEITA DA CRUZ DE CRISTO.
Sem qualquer justificativa bíblica, os Testemunhas ensinam que o Milênio, os mil anos do reino de Cristo na terra, proporcionará a toda a humanidade, desde Adão em adiante, que ressuscitará, uma oportunidade, sob condições favoráveis, de receber a salvação eterna. Onde encontrar um único versículo bíblico que apoie tal coisa? O Senhor Jesus Cristo comprou nossa salvação na Cruz, Romanos 3:21-26, e resta ao homem crer e ser salvo, Efésios 2:8-9 e Atos 16:30-31. A salvação é totalmente a parte de qualquer esforço humano, Romanos 3:27-28.
11.  OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM O PATRIOTISMO E A CONTINÊNCIA À BANDEIRA.
As Escrituras ordenam aos crentes a serem cidadãos leais. O estudante cuidadoso verá isto em Romanos 13:1-7, 1 Pedro 2:13-15 e Mateus 22:21.
12.  OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ ESTÃO CONFUSOS QUANTO AOS 144.000.
Através de boas obras e esforço sincero um Testemunha de Jeová tem esperança de se tornar um membro do grupo dos 144.000. Nos dois capítulos em que foram mencionados os 144.000, Apocalipse 7 e 14, o estudante das Escrituras nota que os 144.000 são, realmente; Judeus das tribos, sem gentios entre eles, 7:4-8, são todos homens, 14:4, servirão durante a Grande Tribulação, 14:6-13, e não receberão a sua posição mediante obras mas serão designados por Deus, 7:3. Por mais que se force a imaginação. nenhuma interpretação bíblica aceitável pode garantir a essa seita gentia posição entre os 144.000.
13.  OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ USAM UMA TRADUÇÃO DETURPADA DA BÍBLIA.
A Tradução "Novo Mundo" das Escrituras Gregas Cristãs é uma tradução desajeitada do Novo Testamento, que não tem nenhuma reputação entre os mestres do grego. A tradução foi alterada para se encaixar na heresia. Por exemplo. a palavra allos. "outro". não aparece no texto grego de Colossenses 1:16-17, mas foi inserida quatro vezes em sua tradução para que Cristo apareça ser parte da criação e, desse modo, se encaixe em sua doutrina que afirma ser Ele um filho criado, um outro deus. "?.porque por meio dEle todas as coisas foram criadas". Esta e dezenas de outras passagens tornam a tradução "Novo Mundo" em uma caricatura da Palavra de Deus.
14.  OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ TEM UM SISTEMA DOUTRINÁRIO QUE SE BASEIA NAS INTERPRETAÇÕES DE CHARLES TAZE RUSSEL.
Em 1874. um camiseiro do Brooklyn, chamado Charles Taze Russel, anunciou que era dono da verdade. Em suas muitas obras Russel "não deixou quase nenhuma grande verdade ou doutrina fundamental não tocada com suas conclusões heréticas e injustificadas". Dr. Win. E. Biederwolf. Conforme um cuidadoso estudo pode revelar, as obras de Russel servem de base fundamental para a estrutura dos Testemunhas de Jeová. Atualmente os Testemunhas de Jeová estão seguindo as conclusões falidas de um patife que se divorciou de sua esposa, teve problemas com os tribunais e que enganou seus seguidores vendendo-lhes "trigo milagroso" a preço exorbitante, o qual ele proclamava que produzia 15 vezes mais do que o trigo comum.
15.  0S TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGLIGENCIAM A VASTA ÁREA DE VERDADES BÍBLICAS.
Uma análise cuidadosa dos diversos livros, panfletos, e revistas editados pela Torre de Vigia revela que apenas uma pequena porcentagem Bíblica foi por eles usada. Eles não citam mais de 7% das Escrituras, deixando o restante da Palavra de Deus não mencionada.

Autor: Robert Mignard
Fonte: www.PalavraPrudente.com.br

14 de dez. de 2010

O retrato de um homem feliz

Um dos melhores textos bíblicos no qual é demonstrado o retrato de um homem feliz consta do Salmo 128. Ao ler o texto, o leitor logo cria em sua mente a imagem do homem ideal, da mulher ideal , de filhos ideais, em suma , do lar ideal e até da sociedade ideal. O texto não é um compêndio sobre processos ideais para o alcance da felicidade e sim uma singela (mas rica) declaração a respeito do homem feliz. Nesta reflexão quero apresentar pontos a respeito de determinadas lições contidas no texto.

Ninguém é feliz sozinho. A vida nos mostra que a felicidade é um processo que depende de relacionamentos. O texto é claro ao condicionar a felicidade do homem a sua relação espiritual, por meio do Senhor, social, pelo trabalho, e familiar. O salmista só é feliz porque mantém pessoas ao seu lado. Não pessoas distantes, mas comprometidas com seu projeto de felicidade. Em primeiro lugar Deus que abençoa. Depois a sociedade que paga pelo trabalho. Enfim, a família que retribui o amor.

Ninguém é feliz a custa dos outros. Não conheço nenhuma pessoa que tenha vivenciado a felicidade por meio de uma vida de egoísmo. O texto mostra o claro esforço do homem a favor dos seus. Ele teme ao Senhor e anda nos seus caminhos. Ele se esforça trabalhando. Ele é o provedor para a mulher e os filhos.

Ninguém é feliz pelos bens que possui. O texto dá ênfase em relacionamentos e não em bens. Possuir não é essencial. O salmista obtém seu sustento e é próspero. Não no sentido da riqueza, mas em sentido mais amplo que engloba ocupação profissional, capacidade de se sustentar, saúde, bem estar social e familiar, reconhecimento da sociedade e da família, etc.

Ninguém pode ser feliz fora do contexto de uma família. A base de sustentação da felicidade do salmista é o relacionamento familiar. Seja no sentido espiritual, por meio da família de Deus, seja no sentido social, por meio da família humana. Este é um dos pontos essenciais da felicidade.

O homem é feliz pelo que é; pelo que representa para seus próximos. De um lado, a relação com Deus estabelece um valor essencial de conhecimento e obediência. De outro lado, a relação familiar estabelece um valor dependência desejada. Não se trata de uma imposição, todavia de uma submissão amorosa da esposa e dos filhos. O homem é nesse contexto alguém muito desejado. Por Deus, que o vê como um filho amado. Pela família, que o vê como um pai amado.

O homem é feliz com Deus. O salmista é feliz pela sua excelente relação com Deus. Ele teme e obedece e, por isso, é abençoado. A felicidade nunca poderá ser uma realidade na vida daquele que desconhece Deus, que o despreza ou mesmo que não admite a sua existência. Deus nos criou para ser felizes e para que façamos os outros felizes. A essência divina em nós impõe a necessidade permanente de relacionamento com Deus e de submissão à sua vontade. Afinal de contas, Ele tem todo o interesse na nossa felicidade.

“Que o Senhor o abençoe desde Sião, para que você veja a prosperidade de Jerusalém todos os dias da sua vida, e veja os filhos dos seus filhos.”

A intervenção de Deus

Ao ler os primeiros capítulos do Livro de Josué, percebe-se claramente a existência de duas esferas de existência: a divina e a humana. Deus é o condutor da história. É ele que estabelece a missão, que determina a liderança e os missionários, que estabelece a regra de existência e que garante o pleno sucesso.

Não importa se o maior líder da história dos hebreus morreu. Não importa a imponência dos inimigos, nem a força dos seus exércitos. Não importa a força do povo hebreu, nem sua capacidade bélica. Não importa se os moradores da terra estão protegidos por fortes muralhas. Deus apenas estabelece: “como prometi a Moisés, todo lugar onde puserem os pés eu darei a vocês” (1:3).

Entretanto, Josué não espera que Deus realize o seu trabalho. Primeiro, porque Deus define o encargo: “agora, pois, você e todo este povo preparem-se para atravessar o rio Jordão e entrar na terra que eu estou para dar aos israelitas” (1:2). Segundo, porque Josué, como servo de Moisés, já compreendeu a forma de Deus agir.

O Deus de Josué é o Deus que intervém. Ele interfere na história para que sua vontade seja estabelecida. Todavia, a participação humana é essencial. Josué age a fim de levar o povo a terra, mas é Deus quem a dará ao povo.

Josué manda espias. Josué vai com o povo. Josué chega ao rio e depois a Jericó. Mas, Deus é que abre o rio. Deus é que derruba as muralhas.

É tão clara a presença do divino no meio humano que até a prostituta testemunha dEle: “sei que o Senhor lhes deu esta terra. Vocês nos causaram um medo terrível, e todos os habitantes desta terra estão apavorados por causa de vocês. Pois temos ouvido como o Senhor secou as águas do mar Vermelho perante vocês quando saíram do Egito...” (2:9-10).

É incrível como não percebemos que Deus continua agindo da mesma maneira. Na nossa vida presenciamos diariamente a ação do divino. Talvez os eventos miraculosos de Deus na nossa vida não sejam tão extraordinários como os realizados com Josué. Talvez nossa missão não seja tão assombrosa e difícil como a do povo hebreu.

Entretanto, não podemos negar que Deus continua agindo em nossa vida. Ele estabelece missão, as regras e garante pleno sucesso. Da mesma forma, não é incomum as pessoas testemunharem do nosso Deus e de como Ele tem agido nas nossas vidas.

A clara declaração da existência plena de Deus na história humana de Josué precisa ser realidade na nossa própria vida.

Deus não abrirá literalmente o rio Jordão para passarmos a pés enxutos, nem derrubará as muralhas da nossa cidade, mesmo porque isso não é mais necessário. Mas, Ele continuará intervindo permanentemente para que sua perfeita vontade seja realidade em nossa vida.
Esse é mesmo o Deus que intervém.

Onde estão os valores da igreja primitiva?

Ao ler o relato bíblico a respeito da igreja primitiva, principalmente a estabelecida em Jerusalém, conforme Atos capítulo 2 versículos 42 a 47, verifico uma enorme diferença com igreja atual. A prática genuína da comunhão era efetiva entre os primeiros cristãos.
A história da igreja começou no pátio do templo em Jerusalém. Depois que Cristo foi elevado aos céus, seus discípulos e mais quinhentas pessoas voltaram para Jerusalém e começaram a se reunir no pátio do templo para esperar a promessa dada por Cristo a respeito do Espírito Santo (Atos 1:5).
Dez dias depois, na festa do dia de Pentecostes (50 dias após a páscoa), o Espírito Santo desceu sobre a igreja, naquele momento com 120 fiéis. Após o movimento promovido pela ação do Espírito Santo, Pedro tomou a palavra e fez um dos mais notórios sermões de todos os tempos. Foi a primeira mensagem evangelística genuína que levou cerca de três mil pessoas ao arrependimento e a confissão da nova fé cristã.
Imediatamente, Lucas o autor do livro, faz uma rápida narração do comportamento da igreja. Nele verificamos alguns valores essenciais:
(1) Poder do Espírito Santo (Atos 2:1-13)
(2) Pregação cristocêntrica (2:14-36)
(3) Conversão (2:37-40)
(4) Batismo (2:41)
(5) Comunhão (2:42-47)
a. Mantinham orientação doutrinária
b. Comiam e oravam juntos
c. Agiam com temor e respeito pela liderança
d. Produziam milagres e sinais
e. Estavam juntos e tinham as coisas em comum
f. Vendiam seus bens e repartiam entre si
g. Adoravam juntos no templo
h. Comiam o pão em casa
i. Mantinham a alegria e simplicidade
j. Caiam na graça do povo
(6) Conversão (2:48). (Se voltar ao passo 4, verifica-se um ciclo virtuoso de crescimento da igreja).
É tão rica prática da igreja primitiva que tem sido objeto de estudos, pregações, artigos, etc, ao longo desses dois mil anos. Aqui quero me concentrar numa comparação entre a prática religiosa atual, a respeito da visão da prosperidade e da posse de bens, em confronto com a liberalidade dos primeiros cristãos.
Primeiramente, a perspectiva da igreja primitiva era que Jesus voltaria em breve. Esse é um discurso firme nos escritos neo-testamentários. Embora Jesus tenha esclarecido aos seus discípulos que as decisões a respeito do futuro de Israel não lhes competiam (Atos 1:6), o desejo de que o Messias se revelasse novamente era grande e essa visão gerou um grande desprendimento na comunidade cristã de Jerusalém.
Por outro lado, não sabiam os judeus conversos que em breve eclodiria uma forte perseguição por parte da religião oficial. Isso quer dizer que se prática liberal da igreja não houvesse sido levada a efeito espontaneamente, os novos cristãos teriam que deixar suas propriedades e fugir ou ficar e enfrentar a fúria dos sacerdotes judeus, o que poderia significar a morte.
O certo é que o exemplo de liberalidade da igreja tornou-se um grande incômodo para a prática religiosa atual. Alguns cristãos não gostam de ler essa porção bíblica ou a lêem apresentando mil justificativas.
Como conciliar o discurso moderno da prosperidade e do apego aos bens com o desprendimento dos primeiros cristãos aos bens materiais? Não pode ser esquecido que muitas pessoas ricas seguiram Jesus e, por certo, consentiram com a transferência de suas riquezas para pessoas mais pobres, numa prática sem precedentes na história da humanidade.
Como aplicar o exemplo da igreja de Jerusalém aos nossos dias? Talvez alguém argumente que a narrativa bíblica não deve ser interpretada isoladamente, devendo ser julgada pela moral e pelos valores cristãos da Bíblia. Se fizermos isso, chegaremos à conclusão que a prática primitiva é aprovada pela doutrina paulina, de Pedro e de Tiago. Talvez alguém argumente que essa prática levou a igreja em Jerusalém à pobreza a ponto de ter sido necessária a ajuda de outras igrejas. Mas, a pobreza da igreja decorreu da perseguição dos líderes judeus; ela ocorreria de qualquer forma.
A verdade é que o relato de Atos é uma pedra no sapato dos pregadores da prosperidade. Daqueles que advogam a idéia de que Deus quer trocar fidelidade por dinheiro. Daqueles que criam práticas panteístas para trazer boa vida aos seus membros.
Não sou contra a prosperidade. Acredito que Deus abençoa o homem em todos os aspectos da vida, inclusive o financeiro. Não defendo que você deva obrigatoriamente vender seus bens e dividir o resultado com seus irmãos, até porque o contexto de Atos mostra que essa prática deveria ser espontânea (ver Atos 5). Mas, acredito que a pregação interesseira, a defesa da riqueza com um valor essencial para ser considerado abençoado, chegou a um limite insustentável. Fico pensando até quando Deus vai permitir isso.
Os cristãos primitivos poderiam ter se recusado a agir com liberalidade para com seus irmãos. Poderiam ter preferido a “lei de mercado”, na qual quem tem muito compra muito, quem tem pouco compra pouco e quem não tem nada... Ao contrário, preferiram compartilhar seus bens com os irmãos numa demonstração sem precedentes de comunhão e de desprendimento.Que essa seja uma lição para nossa vida.

10 de dez. de 2010

Dez razões para ser (ou não) um missionário


"Você adora Deus com todo o seu coração e é consumido pelo desejo de anunciar sua Glória"

Dez motivos para não ser um missionário:

1. Você quer que as pessoas pensem que você é aventureiro, corajoso e nobre;

2. Você tem medo de compartilhar o evangelho com pessoas da sua própria cultura;

3. Você deseja “civilizar” outras culturas, especialmente de acordo com a sua própria civilização;

4. Você já tentou outras coisas e não sabe mais o que fazer;

5. Você pensa que isso finalmente te trará a satisfação e a paz que você tem procurado;

6. Seus pais eram missionários e você quer continuar os negócios da família;

7. Você deseja ver o mundo;

8. Sua igreja é muito voltada para missões e você não quer parecer menos espiritual por não fazer o que todo mundo também está fazendo;

9. Você gosta de construir casas para as pessoas;

10. Você pensa que isso te fará mais justo perante Deus.



Dez motivos para ser um missionário:

1. Você adora Deus com todo o seu coração e é consumido pelo desejo de anunciar sua Glória para todos os povos;

2. Você ama compartilhar o evangelho com os não crentes ao seu redor e gostaria de fazer o mesmo em outra cultura;

3. Você deseja ver o arrependimento e a fé que vem de Deus salvando uma cultura tão necessitada quanto a sua;

4. Você sente um chamado irresistível para pregar o evangelho e compartilhar o amor de Deus em outro país, e amigos seus que são maduros na fé também vêem esse caminho para você;

5. Você sente tanta alegria e satisfação em Jesus que não consegue simplesmente não querer servir os perdidos ao redor do mundo;

6. Deus usou seus pais missionários para fazer crescer em você um amor pelos eleitos de Deus espalhados pelo mundo que nunca ouviram o evangelho;

7. Você quer ver o mundo cheio da alegria e da glória de Deus;

8. Sua igreja muito voltada para missões te convenceu que seus medos e seu egoísmo estão te impedindo de perseguir sua vocação missionária;

9. Você gosta de plantar igrejas que ensinam e doutrinam seus próprios membros para diversos serviços;

10. Você é justo perante Deus mediante Jesus Cristo e deseja compartilhar essa mesma verdade com os outros.

Traduzido por Filipe Schulz

Fonte: Iprodigo

2 de dez. de 2010

Respondendo À Tentação

I Co 10.13, “Não veio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que não vos deixará tentar acima do que podeis, antes com a tentação dará também o escape, para que a possais suportar.”

Introdução – A tentação é, para os homens, um problema universal. Tanto salvos quanto não-salvos, crianças ou adultos, ricos ou pobres, e entre qualquer que seja culto ou bruto. A verdade é: se você faz parte da raça humana, você conhece tentação.

Existe tentação e existe provação.

Tentação em geral é usada por satanás para destruir morais, virtudes ou Cristãos. A tentação sempre induz a pecado. Satanás é o Tentador (Mt 4.3; I Ts 3.5). Ele usa o mundo e a carne, nossa ou de outros, para que haja pecado e destruição (I Jo 2.16, “Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo.”)

Provação em particular é usada por Deus para desenvolver a fé dos Cristãos. Às vezes a Bíblia usa a palavra tentação quando é uma provação (Tg 1.2; I Pe 1.6). Pode saber se é uma aflição vem de Deus ou não se o contexto é para ajudar o Cristão ser mais como Cristo, ou se for para a destruição do Cristão. Deus sempre intenta o melhor para o Seu povo (Rm 8.28), nunca tenta-os para o mal (Tg 1.12-15).

Os Vencidos e Os Vencedores

Existem os que são vencidos pela tentação e os que as vencem.

Os Vencidos são os do mundo sem a salvação por Cristo - Jo 8.44, “Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira”.

Todos os homens começaram as suas vidas neste mundo mortos para o bem: Rm 3.10-18.

Somente a misericórdia e o grande amor de Deus trouxe a salvação desta escravidão a Satanás, desta morte do pecado: Ef 2.1-10.

Jesus Cristo é o Único Salvador, sendo feito o Substituto que satisfaz Deus completamente: Nu 21.4-9; Jo 3.14-16. Portanto Olhe! E Viverá! Arrependa-se e Creia em Cristo Jesus!

Os Vencedores são os no mundo com a salvação por Cristo – I Jo 5.4, 5, “Porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo, a nossa fé. 5 Quem é que vence o mundo, senão aquele que crê que Jesus é o Filho de Deus?”

O Espírito Santo habita no Cristão e guerreia contra a carne. Se o Cristão anda no Espírito, não cumprirá a concupiscência da carne (Gl 5.16, “Digo, porém: Andai em Espírito, e não cumprireis a concupiscência da carne.”)

Os vencedores lutam contra a carne, o mundo e as tentações de Satanás.

Por isso, Jesus Cristo instrui o Cristão a vigiar: Mt 26.41, “Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca.”

Às vezes o Cristão é surpreendido nalguma ofensa (Gl 6.1).

Quando o Cristão peca, Ele perde a comunhão com Seu Pai celestial. Para restaurar-la é necessária a confissão e abandono do pecado, constantemente: I Jo 1.7-10;

Cl 2.6, 7, “6 Como, pois, recebestes o Senhor Jesus Cristo, assim também andai nele, 7 Arraigados e edificados nele, e confirmados na fé, assim como fostes ensinados, nela abundando em ação de graças.”

Por causa da presença constante da tentação na vida do Cristão, pode ser útil a instrução de como lidar com ela.

Respondendo-nos à Tentação - Os Sete “Rs” para Responder à Tentação


1. Reconhecer o Que é Tentação – Somente refletindo sobre a realidade da tentação podemos reconhecê-la. A ignorância não conduz à espiritualidade e vitória sobre a tentação.

Notai a oração do Salmista: Sl 39.4, “Faze-me conhecer, SENHOR, o meu fim, e a medida dos meus dias qual é, para que eu sinta quanto sou frágil.” e 139.23-24, “Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me, e conhece os meus pensamentos. E vê se há em mim algum caminho mau, e guia-me pelo caminho eterno.”

Razoando sobre a história da tentação podemos identificar a tentação e sua natureza destruidora. Qual “bem” trouxe a tentação a Eva, Adão, Aça, Davi, Pedro, Judas?

Saiba que toda tentação de Satanás vem para nos destruir. É “grande” (Ex 32.31), mau e contaminador (Mc 7.21-23).


2. Resistir Toda Tentação – Tg 4.7, “Sujeitai-vos, pois, a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós.”

Recuse e rejeite a duvida, o engano, a destruição – I Pe 5.9, “Ao qual resisti firmes na fé, sabendo que as mesmas aflições se cumprem entre os vossos irmãos no mundo.”; I Tm 6.12, “Milita a boa milícia da fé, toma posse da vida eterna, para a qual também foste chamado, tendo já feito boa confissão diante de muitas testemunhas.”

Repugnar-se com qualquer tentação – Ef 4.27, “Não deis lugar ao diabo.”

Reprime qualquer oportunidade de deixar de ser menos do que completamente zeloso – Ef 6.11-13, “Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo. 12 Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. 13 Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes.”


3. Recorrer a Deus – Tg 4.8, “Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós. Alimpai as mãos, pecadores; e, vós de duplo ânimo, purificai os corações.”; Zc 1.3.

Abraça o socorro das Suas promessas – Sl 145.18, “Perto está o SENHOR de todos os que o invocam, de todos os que o invocam em verdade.”

II Co 6.14-7.1, “Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? E que concórdia há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel? E que consenso tem o templo de Deus com os ídolos? Porque vós sois o templo do Deus vivente, como Deus disse: Neles habitarei, e entre eles andarei; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo. Por isso saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; E não toqueis nada imundo, E eu vos receberei; E eu serei para vós Pai, E vós sereis para mim filhos e filhas, Diz o Senhor Todo-Poderoso. 7.1, Ora, amados, pois que temos tais promessas, purifiquemo-nos de toda a imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santificação no temor de Deus.”

II Cr 7.14, “E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.”


4. Remover-se da Presença de Tentação – Pv 3.7, “Não sejas sábio a teus próprios olhos; teme ao SENHOR e aparta-te do mal.”

Sl 143.9, “Livra-me, ó SENHOR, dos meus inimigos; fujo para ti, para me esconder.”

Retire-se já! É surpreendente que a tentação tem nenhuma influencia quando esteja longe dela. Por isso então: “Evita-o; não passes por ele; desvia-te dele e passa de largo” (Pv 4.15).

I Co 10.14, “Portanto, meus amados, fugi da idolatria.”

II Tm 2.22, “Foge também das paixões da mocidade; e segue a justiça, a fé, o amor, e a paz com os que, com um coração puro, invocam o Senhor.”

Pv 6.25-27, “Não cobices no teu coração a sua formosura, nem te prendas aos seus olhos. 26 Porque por causa duma prostituta se chega a pedir um bocado de pão; e a adúltera anda à caça da alma preciosa. 27 Porventura tomará alguém fogo no seu seio, sem que suas vestes se queimem?”

Jó 28.28, “E disse ao homem: Eis que o temor do Senhor é a sabedoria, e apartar-se do mal é a inteligência.”


5. Retroagir em Beneficio da Retidão – Dn 4.27, “Portanto, ó rei, aceita o meu conselho, e põe fim aos teus pecados, praticando a justiça, e às tuas iniqüidades, usando de misericórdia com os pobres, pois, talvez se prolongue a tua tranqüilidade.”

Não somente reconheça o que é tentação para resisti-la, recorrendo a Deus e removendo-se da presença da tentação, é necessário voltar a fazer o que é correto!

II Tm 2.22, “Foge também das paixões da mocidade; e segue a justiça, a fé, o amor, e a paz com os que, com um coração puro, invocam o Senhor.”

Jo 8.11, “E ela disse: Ninguém, Senhor. E disse-lhe Jesus: Nem eu também te condeno; vai-te, e não peques mais.”

II Cr 7.14, “E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.”

Sl 139.23-24, “Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me, e conhece os meus pensamentos. 24 E vê se há em mim algum caminho mau, e guia-me pelo caminho eterno.”


6. Reajustar os Pensamentos, Sentimentos e Ações – Pv 4.23, “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida.” Se do coração procedem o que contamine o homem, o homem que recolha, refreia, e reencaminhe os seus pensamentos e os seus sentimentos para o que é reto, é o mesmo homem que responda bem às tentações.

Tg 1.14, 15, “Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência. 15 Depois, havendo a concupiscência concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte.”

Fp 4.8, “Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.”


7. Receber o Mandamento – Hb 12.1-4, “Portanto nós também, pois que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo o embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com paciência a carreira que nos está proposta, 2 Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus. 3 Considerai, pois, aquele que suportou tais contradições dos pecadores contra si mesmo, para que não enfraqueçais, desfalecendo em vossos ânimos. 4 Ainda não resististes até ao sangue, combatendo contra o pecado.”

Se retroceder da tentação para a obediência, a sua vida terá menos reviravoltas e mais razões de louvor – Mt 7.24-27; Lc 12.35-40, v. 40, “Portanto, estai vós também apercebidos; porque virá o Filho do homem à hora que não imaginais.”

Redefine o seu dever: “De tudo o que se tem ouvido, o fim é: Teme a Deus, e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo o homem”, Ec 12.13.


Conclusão - A tentação vem. Satanás não consegue agir diferente da sua própria natureza pervertida. Ele não deseja ver Deus com a glória. Ele deseja usurpar a glória de Deus (Is 14.13, “E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu, acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono, e no monte da congregação me assentarei, aos lados do norte.”).

Os Vencedores são os no mundo com a salvação por Cristo – I Jo 5.4, 5, “Porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo, a nossa fé. 5 Quem é que vence o mundo, senão aquele que crê que Jesus é o Filho de Deus?”

Está brincando com o pecado? Está enganando-se a si mesmo achando que pode tomar fogo no seu seio sem se queimar?

O que Deus manda é: Arrependei-vos do pecado! (Mt 4.17), e crê nEle pela fé.

Não há vitória do pecado e da sua condenação de outra forma. Jo 3.36, “Aquele que crê no Filho tem a vida eterna; mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece.”

Autor: Pr Calvin Gardner
Fonte: www.PalavraPrudente.com.br

"10 razões porque não tomo banho"

(Paralelo a "10 razões porque não vou à igreja" )

Pessoas que não freqüentam os cultos sempre dão algumas desculpas razoavelmente interessantes para justificarem-se. Para mostrar a fraqueza dessas desculpas, alguém elaborou uma lista bem humorada chamada: "DEZ RAZÕES POR QUE NUNCA TOMO BANHO".

1 - Fui forçado a tomar banho quando era criança.

2 - Pessoas que se banham são hipócritas - elas se acham mais limpas que as outras.

3 - Há muitos tipos de sabonete, eu nunca decidiria qual usar.

4 - Eu costumava tomar banho, mas tornou-se uma coisa chata.

5 - Nenhum dos meus amigos toma banho.

6 - Tomo banho apenas no Natal ou na Páscoa.

7 - Começarei a tomar banho quando ficar mais velho.

8 - Não tenho tempo.

9 - O banheiro é muito frio.

10 - Os fabricantes de sabonete estão somente atrás do meu dinheiro.

A comparação é óbvia. A maioria das desculpas para não se ir à Casa de Deus, são furadas. Assim também são os motivos pelos quais as pessoas não dão atenção para os assuntos espirituais.

Pena que isso aconteça... Pena que muitos inventam tantas desculpas... Agora, pense um pouco: O que essas pessoas vão ouvir de Deus (O SENHOR; O criador do Céu e da terra) na hora da sua morte? " Vinde benditos do meu Pai?". Mesmo crendo no imenso amor, na graça e na misericórdia de Deus, creio também no seu juízo e creio que Deus não vai fechar os olhos para aqueles que se fizeram de surdos e de cegos durante a curta vida aqui neste mundo. Pense: "De Deus não se zomba, aquilo que uma pessoa plantar, isso colherá" (Gálatas 6.9). "HOJE SE OUVIRDES A VOZ DO SENHOR, NÃO ENDUREÇA O SEU CORAÇÃO" (Hb 4.7).

Autor: Desconhecido
Fonte: www.palavraprudente.com.br

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